quinta-feira, 4 de abril de 2013

FORA MARCONI PERIGO



O governador quer o ICMS interestadual unificado em 12%, mas o sacripanta mantém, em Goiás, as alíquotas mais altas do País. É muita sacanagem tributar o álcool carburante em 29%. 

Não menos sacana é a alíquota de 27% que incide sobre telefonia, gasolina, energia elétrica e bebidas. Tão inadmissível quanto é tributar em 25% a cerveja, os vinhos, os champanhes, a cachaça, todos os demais destilados, barcos de pesca e armas de fogo.

No governo Alcides, a exemplo do Rio, São Paulo, Brasília, Rio Grande do Sul, Paraná etc., o diesel era taxado em 12%. Para ser diferente, ao invés de diminuir ainda mais ou de elevá-lo para 15%, que é a alíquota praticada pelos outros 16 Estados da Federação, ele tascou 18%.

Enfiou 17% sobre operações e serviços e na faixa dos 12% ele enquadrou os produtos da cesta básica, de higiene, o gás liquefeito e petróleo e veículos automotores.

Na campanha o prometido foi baixar, nunca elevar! E ele cumpriu? Deve estar pensando que a gente tem cachoeira de dinheiro!

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